segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Volvo anuncia investimentos de US$ 500 mi no Brasil



O grupo Volvo anunciou nesta quinta-feira investimentos de 500 milhões de dólares no Brasil para os próximos três anos. A montadora quer investir na introdução de uma segunda marca no país para concorrer em todas as faixas de produtos de veículos pesados. Segundo informou o CEO e presidente do Grupo Volvo, Olof Person, o objetivo da empresa é chegar à liderança do mercado de caminhões acima de 16 toneladas.

O montante a ser investido nos próximos anos será utilizado tanto para trazer a nova marca para o país, quanto para aumentar a gama de produtos que permita à Volvo competir em todas as faixas de mercado, melhorar e aumentar as instalações de produção no país e investir na rede de distribuição.

Hoje, a empresa ocupa o terceiro lugar no segmento de caminhões acima de 16 toneladas, com a marca Volvo. A montadora tem duas unidades fabris no Brasil, uma em Curitiba (Paraná) e outra em Pederneiras (São Paulo).

O presidente do grupo não revelou qual marca será trazida ao Brasil. Mundialmente, além da Volvo, o grupo possui as marcas da Renault Trucks, a UD Trucks, Mack, Volvo ônibus, Volvo penta (motores marítimos), a SDLG (maquinário pesado) e a Volvo Equipamentos de Construção. Atualmente, a Renault Trucks monta caminhões médios e leves no Uruguai.

Fonte: Veja

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Volvo lança na FetransRio gerenciador de frota para ônibus rodoviários e urbanos




A partir de 2013, todos os veículos rodoviários e híbridos da Volvo contarão com um gerenciador de frotas para ônibus rodoviários e urbanos. O hardware instalado de fábrica, que permite a ativação permite que o transportador tenha um completo raio x de suas operações.

O gerenciador de frota oferece ao transportador informações sobre consumo de combustível, emissão de poluentes, horas rodadas e velocidade média da frota por veículo e também por motorista. Ainda é possível acompanhar a posição do ônibus em tempo real, identificando atrasos, problemas ou desvios de rotas, e gerar um histórico de posições.

“O sistema faz um diagnóstico completo sobre a operação do veículo e o comportamento do motorista. Com essas informações, é possível definir metas, identificar desvios e adotar medidas para aumentar a segurança da operação, além de diminuir os custos operacionais de consumo e manutenção”, explica Bernardo Cruz, coordenador de telemática da Volvo Bus Latin America.

É possível, por exemplo, identificar deficiências de condução e, a partir delas, investir em treinamentos de direção econômica e defensiva para melhorar o desempenho dos motoristas ao volante. “A maneira de conduzir influi diretamente no consumo de combustível e na vida útil das peças. Os treinamentos melhoram o desempenho do motorista, contribuindo para reduzir o consumo de combustível e aumentar a vida útil dos componentes e o conforto dos passageiros”, comenta Cruz.

Por meio do módulo Perfil de Condução há a possibilidade de identificar o comportamento do motorista combinado ao perfil do relevo da rota, revelando a marcha usada, a rotação e a aceleração. Outro benefício do sistema é o envio dos alarmes que são mostrados no painel do veículo como temperatura do motor e excesso de velocidade, entre outros.

O novo gerenciador de frotas da Volvo está disponível em três pacotes. Um básico, com relatórios, alarmes e eventos; um médio com as informações de posicionamento (mapas); e um completo, com um relatório detalhado da condução do veículo motorista. Nos ônibus urbanos, o sistema é um item opcional.

(EH)

Foto: Divulgação

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Macacos para caminhões resistentes e de qualidade








Levar o progresso adiante. Esse é o objetivo dos motoristas de caminhões, que rodam quilometros e quilometros de estradas mal ou bem conservadas, faça sol ou faça chuva. Um trabalho duro, gratificante e de resistência, que exige muito da pessoa que está por trás do volante, a fim de proporcionar segurança para si e para os outros motoristas.

Durante a viagem o respeito às leis de trânsito e à sinalização das estradas é sinal de cautela e responsabilidade. È sem dúvida importante cumprir todas as determinações de sua empresa, principalmente comunicação, com rapidez e clareza, além de ser oportuno manter sempre à mão todos os telefones de emergência.

Conferir as condições do estepe e do macaco hidráulico é uma das primeiras coisas a fazer para garantir uma viagem tranquila e segura.

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Novo Daily se destaca por dirigibilidade




O crescente mercado de VUCs tem algumas particularidades em relação aos tradicionais caminhões estradeiros. Claro que o importante é ser rentável e possuir um custo operacional baixo. Mas, diferentemente dos pesadões que cruzam o Brasil, estes veículos leves são totalmente pensados para encarar uma condição diferente de rodagem: o “anda e para” do trânsito das metrópoles.
A Iveco, com a linha Daily, mostra que entende bem este espírito. Tanto que os caminhões da linha Daily invadiram as capitais do Brasil. Agora na geração Ecoline, esta família cresceu e conta 30 diferentes versões. O top da linha é o Iveco Daily Truck 70c17 que, com um motor de 170 cv, é capaz de carregar por volta de 4.520 kg de carga.

Em nosso teste, o pesado trânsito de São Paulo não foi problema para o pequeno valente da Iveco. Quando parado, o Daily dá ao motorista e ao passageiro a tranquilidade e o conforto para esperar o trânsito voltar a fluir. O banco é bem anatômico, característica não tão comum em VUCs, com assentos que, na maioria das vezes, se assemelham aos de carros populares. Além disso a alavanca de câmbio no painel facilita, e muito, o trabalho do motorista.

Rodando, o veículo da Iveco é ágil. A saída é sem pulos, tudo graças ao câmbio de seis marchas da ZF, que realiza engates suaves e precisos. O motor Iveco FPT F1C Dual Stage faz uso do sistema EGR de pós-tratamento para se enquadrar no padrão Euro 5. Ou seja, não há a necessidade do Arla 32.

Dito isso tudo, o fator que mais impressiona no novo Daily é a dirigibilidade. É um caminhão, mas parece um carro. Levamos o VUC até as ruas apertadas do Sumaré, bairro da zona oeste de São Paulo que é conhecido pelas inúmeras curvas. E não tivemos problema algum. Dirigindo chega-se mesmo a se esquecer que você está tocando um pequeno caminhão e fica a sensação, pela agilidade e facilidade de manobras, de setar em um carrão.

Manobrar com ele foi pouco desafiador. O retrovisor e a força de retomada do motor tornaram esta missão, aparentemente complicada, em uma tarefa bem simples. Mesmo com a falta de visibilidade que a rua oferecia, a saída rápida do caminhão, em marcha ré, e a cobertura das laterais do Daily por parte dos espelhos, facilitam a operação.

Esta característica reforça o Daily como um VUC rentável. Afinal, o risco de acidentar o caminhão é menor, e também se perde menos tempo manobrando nos labirintos das ruas que as metrópoles brasileiras se transformaram. Isso tudo com a o consumo de combustível reduzido por conta do motor mais eficiente. O Daily pode ser pequeno, mas é bastante notável.

Fonte: Brasil Caminhoneiro








sexta-feira, 28 de setembro de 2012

I-Shift já está em 90% dos caminhões Volvo FH do Brasil








Projetada exclusivamente para trocas automatizadas de marcha, a caixa de câmbio I-Shift da Volvo teve uma aceitação espetacular no mercado brasileiro. Em apenas nove anos ela já equipa 91% dos modelos FH que saem da fábrica da Volvo em Curitiba.

Lançado em 2003, o sistema de transmissão era inicialmente tratado como componente de luxo e, nos primeiros quatro anos de mercado, equipava apenas 3% dos veículos vendidos. O tempo, contudo, mostrou que a aposta da Volvo estava certa. “Um dos produtos da Volvo Trucks mais admirados em todo o mundo, a I-Shift equipa atualmente 85% dos caminhões da linha F no Brasil, tornando-se praticamente um item de série deste modelo”, declara Roger Alm, presidente da Volvo Latin America.

Segundo Sérgio Gomes, diretor de estratégia de caminhões da Volvo Latin America, o sucesso se deve, principalmente, aos benefícios trazidos pela caixa, que oferece 5% de redução no consumo de combustível, significativa diminuição do custo de manutenção, mais segurança e conforto para o motorista.

Em 2007, 8% dos caminhões FH já tinham este sistema e, no ano seguinte, a taxa já havia dobrado para 16%. “O transportador sabe fazer contas muito bem e percebeu que a I-Shift proporciona uma série de benefícios, entre eles a redução do consumo de combustível, o maior item na planilha de custos de uma operação de transporte”, completa Bernardo Fedalto, diretor de caminhões da Volvo do Brasil.

O sucesso da caixa eletrônica da Volvo era evidente. Os transportadores continuaram a mostrar grande interesse e, em 2009, as vendas novamente dobraram, alcançando a taxa de 40% dos veículos da marca. No final de 2010, os números eram surpreendentes: a I-Shift representava 56% da produção da linha F.

No ano passado, a curva de vendas continuou ascendente alcançando praticamente três quartos da produção. “Estamos muito contentes em saber que o transportador brasileiro adotou a caixa de câmbio eletrônica da Volvo. Ela é a principal mudança no comportamento do transportador brasileiro no que se refere à tecnologia na última década”, declara Gomes.

A I-Shift permite a otimização das trocas de marcha durante todo o tempo de percurso do caminhão. Ela elimina, por exemplo, aquelas variações na condução dos veículos que têm caixa manual provocadas pelo cansaço do motorista e que resultam em perdas de performance e maior consumo de combustível durante a viagem. Sem pedal de embreagem, ela facilita bastante o trabalho do motorista. No modo automático, basta acelerar e frear. No manual, um simples toque em um botão troca as marchas. O manuseio é extremamente fácil e um amplo e bem posicionado visor no painel mostra em que marcha o veículo está.

Sem trocas erradas de marchas, o sistema proporciona também maior durabilidade do trem de força e menor desgaste de peças dos sistemas de transmisão poupando, inclusive, lonas de freio.

Ao equipar mais de 90% dos caminhões FH, a caixa de câmbio I-Shift marca mais um capítulo na história de desenvolvimento tecnológico da Volvo e reforça o compromisso da marca com o bem-estar do motorista, existente desde a primeira geração de caminhões, lançada em 1928.